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Com aroma balsâmico, terroso e envolvente, a oleorresina de mirra-da-índia GT Índia é um flavorizante natural de origem milenar, que evoca profundidade e espiritualidade em preparações especiais. Rica em tradição e simbolismo, também é reconhecida por favorecer o bem-estar emocional e o cuidado com a pele.
Nome botânico: Commiphora mukul
Origem: Índia
Parte utilizada: Resina
Método de extração: Solvente
Volume: 5 ml
Pode ser utilizada como flavorizante natural em bebidas, molhos escuros, preparações com especiarias e caldas intensas — acrescentando um toque resinoso, levemente amargo e perfumado.
Seu aroma profundo, quente e balsâmico favorece a introspecção, auxilia na transmutação de memórias difíceis e proporciona sensação de proteção emocional.
Pode ser adicionada a cremes e géis em formulações voltadas ao cuidado facial, especialmente para peles ressecadas ou maduras. É valorizada por seu uso tradicional em rotinas de beleza que buscam uma sensação de conforto e aparência revitalizada.
Na perfumaria botânica, confere notas de base encorpadas, resinosas e esfumaçadas, com excelente fixação e sinergia com especiarias, amadeirados e florais densos.
É associada a práticas tradicionais de purificação e rituais de unção, presente em culturas ancestrais como a egípcia, a hebraica e a indiana, carregando simbolismo espiritual e conexão com a fé. Além de participar de elixires e formulações antigas e cosméticas como ingrediente de destaque.
Além dos usos tópicos e de cuidados naturais, a oleorresina de mirra-da-índia é classificada como flavorizante natural, podendo ser incorporada em receitas alimentares que valorizem sabores resinosos, amargos e balsâmicos — especialmente em molhos, caldas, pratos com cogumelos e preparações com toques orientais ou místicos. Seu aroma persistente e místico também a torna uma excelente nota de base na perfumaria botânica, com ótima fixação e sinergia com óleos como olíbano, vetiver, patchouli e especiarias quentes.
A oleorresina de mirra-da-índia GT Índia é um extrato natural obtido da resina da árvore Commiphora mukul, uma planta nativa do norte da Índia e de regiões áridas da Ásia. Essa substância espessa e aromática é composta por uma fração volátil (óleo essencial) e uma base resinosa densa, rica em compostos bioativos que não podem ser extraídos apenas por destilação. Essa composição torna a oleorresina ideal para aplicações que buscam ação prolongada, fixação em perfumes e maior penetração em formulações cosméticas.
Ela é amplamente utilizada como ativo em preparações dermocosméticas para o apoio e cuidado nos processos de rejuvenescimento e cicatrização da pele, sendo considerada como um ativo imunoestimulante, anti-inflamatório e regenerador tecidual nesse seu uso comum. A oleorresina de mirra já foi estudada como ativo no tratamento de feridas de difícil cicatrização, dermatites, linhas de expressão e flacidez cutânea. Ela é ainda valorizada na fitoterapia indiana e ayurvédica.
Por se tratar de uma oleorresina, sua composição contém uma fração de substânicas não voláteis, ou seja, que não podem ser cromatografadas. Assim, os dados a seguir referem-se ao que é volátil na oleorresina de mirra-da-índia.
*Consulte a composição completa nas cromatografias Laszlo:
https://drive.google.com/drive/folders/17HWqdyjHbDQot87L1WUH02GrlpJXsvo-
Nota: Essa é a composição média esperada para a fração volátil da nossa oleorresina de mirra-da-índia GT Índia, sendo compatível com a qualidade esperada para o óleo essencial de mirra, com seus principais componentes identificados.
Importante: Nas análises realizadas ficou evidenciado que esse produto está completamente livre de adulterantes como óleos graxos vegetais, óleo mineral ou outros óleos essenciais, sendo uma oleorresina de mirra-da-índia 100% puro. Sua composição é livre de conservantes, parabenos, sulfatos, corantes, silicone e essências artificiais. Além de ser um produto vegano, livre de testes em animais e de ingredientes de origem animal.
A mirra-da-índia (Commiphora mukul), também chamada guggul, possui uma história rica e profundamente entrelaçada às tradições espirituais e terapêuticas do subcontinente indiano. Desde os tempos védicos, a resina da árvore foi usada em rituais de purificação, como incenso e medicamento sagrado, sendo considerada uma oferenda aos deuses e uma substância capaz de conectar o corpo físico à dimensão espiritual. Suas propriedades eram mencionadas em tratados de medicina ayurvédica como o Charaka Samhita, reconhecendo seu potencial para tratar distúrbios do metabolismo e desequilíbrios dos doshas.
Embora a mirra seja mais conhecida no Ocidente pela espécie Commiphora myrrha, oriunda do norte da África e Oriente Médio, a variedade indiana (Commiphora mukul) conquistou relevância própria por suas ações fitoterápicas e sua potente atuação sobre a saúde da pele, sistema imunológico e metabolismo. Durante séculos, foi coletada de forma artesanal por comunidades locais, consolidando seu valor não só como insumo terapêutico, mas também como fonte econômica e símbolo de identidade cultural na Índia.
A associação da mirra com ritos funerários, práticas de unção e passagens bíblicas também encontra eco na tradição indiana, onde o guggul é entendido como um bálsamo da alma, usado em cerimônias para reconexão espiritual, introspecção e cura emocional. Seu uso como incenso e unguento em templos, assim como em cremes e elixires medicinais, reforça a ideia de que a mirra-da-índia transcende o tempo e as culturas, permanecendo um elo vivo entre os saberes ancestrais e as aplicações contemporâneas da aromaterapia e fitoterapia moderna.