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Dicas e Orientações de Uso

COMO UTILIZAR OS ÓLEOS ESSENCIAIS?

Os óleos essenciais são matérias-primas, e possuem diversas formas de uso, de acordo com o benefício almejado.

A utilização pode ser feita em aromatizador pessoal (colar), difusor de ambiente, inalação direta (com água quente ou umidificador apropriado), diluído em óleo vegetal (para massagem ou hidratação), em creme ou gel neutro (como o My Cream e Alogel da Laszlo, para uso cosmético), etc...

Sempre recomendamos a busca de profissionais da área, que podem avaliar e acompanhar o caso, realizando as melhores posologias.

 

INFORMAÇÕES SOBRE OS ÓLEOS

Base Carreadora: São cosméticos, preparados para receber a adição de óleos essencias. “Carregam” os óleos pelo organismo.

Óleo Graxo/Vegetal: é uma base carreadora, compatível com nossa pele. Uso mais comum em massagem, umectação e cosméticos naturais.

Argila: é uma base carreadora, comumente usada para tratamentos estéticos e nutrição da pele.

Creme Hidratante: base neutra e sem perfume, ideal para uso facial, corporal, massagens e adição de óleos essenciais.

Aloe Gel: base neutra em gel e sem perfume, ideal para uso facial, corporal, massagens e adição de óleos essenciais.

Gel de Magnésio: base neutra e composta de óleos essenciais.

Óleo Absoluto: extraído por solvente (Hexano). O produto final é livre de solvente. Contém óleo essencial + vários outros componentes das plantas.

Óleo Resina: Não é feito destilação.

 

RÓTULO

A cor do rótulo representa a forma de cultivo da planta:

  • - Dourado: Cultivo Orgânico Certificado (EcoCert, IBD)
  • - Bronze (Cobre): Cultivo Orgânico Ainda não Certificado
  • - Prateado: Cultivo Convencional
  • - Verde: Cultivo Selvagem

Fique atento ao rótulo, que deve sempre constar as seguintes informações:

  • Nome popular mais comum da planta
  • Nome científico (botânico)
  • Parte da planta usada para extração
  • País de origem, quando houver
  • Referência de quimiotipo, quando houver
  • Porcentagem de princípios ativos, se for o caso
  • Data de envase ou extração e validade
  • Número do lote do produto
  • Nome e registro da empresa/fabricante

GT: Geotipo: Informa a origem geográfica do óleo. Outras plantas da mesma subespécie geram o que chamamos de geotipos mutáveis, ou seja, raças químicas determinadas por influências climáticas ou geográficas e os tipos de cultivos empregados. A temperatura, a umidade relativa, a duração total de exposição ao sol e o regime de ventos exercem uma influência direta, sobretudo sobre as espécies que possuem estruturas histológicas de estocagem na superfície. Nos vegetais em que a localização de tais estruturas é mais profunda, a qualidade dos óleos voláteis é mais constante. Exemplo disto é a hortelã-pimenta (Mentha piperita), que, quando cultivada em períodos de dias longos e noites curtas, apresenta um maior rendimento de óleo, com teor aumentado de mentofurano; ao contrário, noites frias favorecem a formação de mentol. Deve-se preferencialmente coletar plantas ricas em óleos voláteis bem cedo pela manhã ou à noite, pois o período de exposição ao sol pode provocar uma perda quantitativa importante do óleo existente no vegetal. O grau de hidratação do terreno e a presença de micronutrientes (N, P, K) também podem influenciar na composição dos óleos voláteis. Não se pode, entretanto, prever ou estabelecer um único padrão; já que cada espécie reage de forma diferenciada.

QT: Quimiotipos: O quimiotipo é uma variação biológica de uma planta causados pelos efeitos da luz, do solo, temperatura e condições meteorológicas. Botanicamente algumas plantas são idênticas, mas suas composições são diferentes. Quimiotipos diferentes do mesmo óleo essencial, às vezes, têm efeitos diferentes. Devido a este motivo é muito importante observar no rótulo do produto se consta esta informação. O alecrim, tomilho, manjericão, são plantas que podem mudar drasticamente a composição química de seu óleo essencial conforme a subspécie, o que interfere decisivamente na finalidade terapêutica de seus óleos. A composição química dos óleos e % de seus princípios ativos é dada pela análise por cromatografia.

LFC: Livre de Furano Cumarina. Não é fotossensibilizante. Não apresenta risco de queimaduras em exposição solar.

10%: diluição do óleo essencial. 1ml de óleo puro + 9ml de palmitato de isopropila (diluente seguro, derivado do óleo de coco)

 

COMO OS ÓLEOS SÃO EXTRAÍDOS DAS PLANTAS E DAS FLORES?

- Prensagem a frio: Geralmente usado em extração de óleos essências de frutas cítricas como bergamota, laranja, limão e toranja. Qualidade do produto final: apresenta boa qualidade. O método: As frutas cítricas são prensadas para extração dos óleos e do suco. Depois, é efetuada uma centrifugação para separar o óleo essencial puro.

- Destilação a vapor: Geralmente usado em folhas e ervas, mas nem sempre é indicado para extrair-se o óleo essencial de sementes, raízes, madeiras e algumas flores, porque devido as altas pressões e temperaturas empregadas no processo as frágeis moléculas aromáticas podem perder seus princípios ativos. Qualidade do produto final: satisfatória, para óleos essenciais de folhas e ervas que não sofrem modificações com altas temperaturas e pressões. O método: A destilação a vapor é o mais comum método de extração de óleos essenciais. Esta é feita em um alambique, onde partes da planta frescas ou secas são colocadas. O vapor, saindo de uma caldeira, circula por onde a planta se encontra, forçando a quebra das bolsas intercelulares, fazendo liberar os óleos essenciais presentes na planta. Os óleos voláteis apresentam tensão de vapor mais elevadas que a da água, sendo, por isso, arrastadas pelo vapor d'água, saindo no alto do destilador, e a seguir passa por um resfriamento, através do uso de uma serpentina que está em contato com um líquido (água) a temperatura mais baixa. Então a água e óleo são condensados. Nesse produto de saída pode se ver a diferença de duas fases, óleo na parte superior e na inferior a água; elas são separadas por um processo de decantação. A água que sobra deste processo recebe o nome de água floral, destilado, hidrosol ou hidrolato. Ela contém muitas propriedades terapêuticas extraídas da planta.

- CO2 supercrítico: Geralmente usado em extração de óleos essenciais de frutas cítricas como bergamota, laranja, limão e toranja. Qualidade do produto final: ótima qualidade. Os óleos obtidos por esse método se assemelham muito aos aromas da planta viva. O método: As partes das plantas a serem extraídas são colocadas em um tanque onde é injetado dióxido de carbono supercrítico, isto ocorre a extrema pressão de 200 atmosferas e temperaturas superiores de 31°C. Nessa pressão e temperatura o CO2 atinge o que seria um quarto estado físico, no qual a sua viscosidade é semelhante a de um gás, mas a sua capacidade de solubilidade é elevada como se fosse um líquido. Uma vez efetuada a extração faz-se com que a pressão diminua e o gás carbônico volta ao estado gasoso, não deixando qualquer resíduo de solvente. A grande solubilidade e a eficiência na separação tornam o CO2 supercrítico mais indicado para ser utilizado na indústria do que solventes orgânicos. Por CO2 supercrítico podem ser retirados os terpenos presentes nos óleos essenciais, tornando assim um óleo essencial mais puro.

- Extração com Solventes Voláteis: Geralmente usado em delicadas plantas, para óleos usados em perfumaria e cosméticos. Qualidade do produto final: apresenta maior rendimento que outros processos e produtos que não podem ser obtidos por qualquer outro método. Mas o óleo extraído contém resquícios do solvente utilizado. O método: As plantas são imersas em um solvente químico adequado (pode ser utilizado a cetona, hexano ou qualquer derivado do petróleo) usado para extrair os compostos aromáticos da planta e fornecer um produto denominado concreto. O concreto pode ser dissolvido em álcool de cereais para remoção dos solventes. Com a evaporação do álcool temos o absoluto. No processo de extração do concreto não só se obtém óleo essencial, mas também ceras, parafinas, gorduras e pigmentos. O concreto apresenta uma consistência pastosa. Já absoluto não é somente sujeito a uma limpeza dos solventes empregados, assim como de obter uma mistura mais purificada de ceras, parafinas e substâncias gordurosas presentes, o que leva o produto final ter uma consistência mais líquida. O teor de solvente no produto final varia de 1% a 6%. Apesar do rendimento ser bem maior e o custo benefício bem maior que o da enfleurage, os óleos obtidos por extração a solvente apresentam resíduos de solvente no final do seu processo, o que pode fazer perder uma parte da eficácia terapêutica.

Por segurança, não é indicado o uso interno. A exceção dos produtos de nossa linha gourmet (flavorizantes)

 

ATENÇÃO para todos

- Reações adversas, sensibilização, alergias, restrições de uso e interações medicamentosas.

- Existem óleos restritos e mesmo contraindicados para crianças abaixo de 5 anos.

- Grupos sensíveis: bebês, crianças, idosos, gestantes, lactantes, saúde fragilizada.

- Animais são muito mais sensíveis.

- A diluição sempre minimiza a possibilidade de queimaduras, alergias e sensibilização cutânea

 

Contraindicações:

Lembre-se que os óleos essenciais possuem substâncias altamente concentradas. Não faça uso de óleos essenciais via oral, por exemplo, sem a devida orientação de um profissional especializado na área. Evite o uso de óleos que possuem furanocumarinas sobre a pele em locais de grande exposição ao sol, pois podem causar fototoxidade gerando queimaduras de pele e manchas escuras. Dentre os óleos que possuem estes compostos podemos citar os cítricos como o limão, bergamota, lima, grapefruit, laranja da terra, tagetes, cominho, verbena, raiz de angélica, arruda e opopanax. Evite durante a gravidez os óleos com alto teor de toxidade, pois pode causar problemas.

 

Gravidez - Evitar os óleos de cânfora, tuia, salvia-dalmaciana, salvia-esclaréia, funcho, erva-doce, anis estrelado, dill (endro), wintergreen, bétula, sabina, salsa.

Distúrbios do fígado - Evitar os óleos de menta e hortelã, casca de canela, cássia, funcho, erva-doce, anis estrelado, cravo, pennyroyal, buchu, sassafrás, sabina e óleos ricos em furanocumarinas.

Distúrbios renais - Evitar os óleos de limão, bergamota, salsa, wintergreen, bétula e os gelados ricos em cânfora (alecrim), mentol (hortelã), e cineol (eucalipto).

Pressão alta - Evitar óleos que contenham cânfora.

Pressão baixa - Evitar os óleos de alho, cebola, lavanda, pau rosa, palma rosa, eucalipto-globulus, capim-limão ou cidreira, verbena.

Epilepsia - Evitar os óleos de cânfora, alecrim da horta, lavanda-spike.

Hemofilia, distúrbios na coagulação do sangue - Evitar os óleos de wintergreen, bétula doce.

Glaucoma e hiperplasia prostática - Evitar óleos de capim cidreira, capim limão, verbena, capim espartilho, e outros contendo alto teor de citral.