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Pode ser usado com parcimônia para aromatizar chás, méis ou caldas com notas herbais refrescantes. Na rotina, é reconhecido por seu poder purificante e protetor, sendo essencial nos cuidados com peles oleosas, ambientes e momentos que pedem limpeza e vigor.
Nome botânico: Melaleuca alternifolia
Origem: Austrália
Parte utilizada: Folhas
Método de extração: Destilação por arraste a vapor
Agricultura: Convencional
Volume: 10ml
O óleo essencial de Tea Tree GT Austrália, apesar de mais conhecido por suas aplicações cosméticas, também pode ser utilizado como aromatizante natural na culinária em doses extremamente reduzidas, conferindo um toque herbal, fresco e levemente amargo a preparos específicos. Seu uso é mais comum em méis medicinais, elixires, vinagres aromatizados e caldas fitoterápicas com proposta funcional, especialmente voltadas ao bem-estar geral e à purificação. Deve ser sempre diluído adequadamente e utilizado com parcimônia, valorizando sua potência aromática e respeitando seu perfil marcante e concentrado.
O óleo essencial de Tea Tree é extraído das folhas da Melaleuca alternifolia, uma planta nativa da Austrália, por meio da destilação por arraste a vapor. Seu principal marcador de qualidade e composto ativo é o terpinen-4-ol, sendo essa molécula muito pesquisada e avaliada em termos de propriedades purificantes, antissépticas e regeneradoras. O Tea Tree australiano é considerado o padrão internacional de referência, por ser a produção nativa da planta e do óleo essencial, de forma que seu balanço composicional equilibra monoterpenos e monoterpenóis, o que garante sua qualidade e apreciação na aromaterapia, na cosmética e na indústria de alimentos
Além do quimiotipo terpinen-4-ol, há variações importantes entre geotipos: enquanto o australiano é mais equilibrado e suave, ideais para aplicações tópicas frequentes, outras regiões podem apresentar concentrações mais elevadas de cineol (como o geotipo africano), o que direciona seu uso ao alívio de condições respiratórias, permitindo maior fluxo do ar. Por isso, o Tea Tree da Austrália é amplamente preferido na cosmética natural, cuidados naturais e uso familiar.
- terpinen-4-ol: 30-45%
- gama-terpineno: 12-27%
- terpinoleno: 2-6%
- p-cimeno: 4-10%
- alfa-pineno:2-6%
- beta-pineno: <3%
- alfa-terpjneol: 1-5%
- alfa-tuieno: <1%
- 1,8-cineol: <3%
- beta-gurjoneno: <1%
*Consulte a composição completa nas cromatografias Laszlo:
- Coletânea de cromatografias Laszlo: https://drive.google.com/drive/folders/17HWqdyjHbDQot87L1WUH02GrlpJXsvo-
Notas: Essa composição é de nosso óleo de tea tree GT Brasil, amostra controle, e é compatível com a qualidade esperada para o óleo essencial de tea tree, sendo rico em monoterpenos e monoterpenóis, com predominância do terpinen-4-ol, conforme esperado para sua qualidade.
Importante: Nas análises realizadas ficou evidenciado que esse produto está completamente livre de adulterantes como óleos graxos vegetais, óleo mineral ou outros óleos essenciais, sendo um óleo essencial de Tea tree GT Brasil 100% puro. Sua composição é livre de conservantes, parabenos, sulfatos, corantes, silicone e essências artificiais. Além de ser um produto vegano, livre de testes em animais e de ingredientes de origem animal.
O Tea Tree tem uma longa história de uso tradicional entre os aborígenes australianos, que aplicavam folhas maceradas sobre feridas, picadas de insetos e infecções cutâneas. Eles também preparavam infusões para inalar em casos de congestão respiratória e usavam a planta como forma de proteção espiritual. Seu nome popular, “Tea tree” (cuja tradução é “árvore do chá”), foi cunhado pelo explorador James Cook no século XVIII, que observou os nativos preparando um chá aromático com suas folhas.
Durante a Segunda Guerra Mundial, o óleo de Tea Tree tornou-se obrigatório nos kits de primeiros socorros dos soldados australianos, sendo amplamente usado como antisséptico natural para ferimentos e infecções cutâneas. Até hoje, ele é considerado um verdadeiro "coringa terapêutico", e continua ganhando destaque tanto na medicina integrativa quanto na indústria de cosméticos naturais por sua potência e segurança. Uma curiosidade interessante: mesmo sendo um dos óleos mais estudados, seu perfil químico e terapêutico varia conforme o solo e o clima da região de cultivo, o que reforça a qualidade superior do geotipo australiano, sendo que o geotipo brasileiro também se apresenta muito parecido com o australiano.