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O óleo essencial de cipreste-europeu GT França/Espanha (Cupressus sempervirens) possui notas balsâmicas e resinosas que enriquecem bebidas, caldas e preparos botânicos. É utilizado também em cosméticos e nos cuidados naturais, apoia a dinâmica da respiração, além de compor cosméticos artesanais no cuidado de peles maduras, favorece o equilíbrio emocional — especialmente em fases de transição e encerramento.
Nome botânico: Cupressus sempervirens
Origem: França/Espanha
Parte utilizada: Folhas
Método de extração: Destilação
Volume: 10 ml
O óleo essencial de cipreste-europeu pode ser utilizado como aromatizante natural em preparações culinárias e bebidas aromáticas, conferindo um toque resinoso e levemente picante a infusões, xaropes, caldas, molhos e sobremesas de perfil herbal. Ideal para composições botânicas que evocam o frescor seco das florestas mediterrâneas.
Extraído por destilação a vapor das folhas do Cupressus sempervirens, árvore nativa da região do Mediterrâneo e cultivada hoje em países como França e Espanha, o óleo essencial de cipreste apresenta um perfil químico complexo e marcante. Seus principais constituintes incluem alfa-pineno, mirceno, d-3-careno, limoneno, cedrol e acetato de alfa-terpinila — compostos já estudados e avaliados quanto a ação adstringente, antisséptica, anti-inflamatória e tônica.
Diversas variedades botânicas e geoquímicas do cipreste são utilizadas tradicionalmente, como o cipreste lusitânico (Cupressus lusitanica), mais comum no Brasil. Já o cipreste-europeu, também conhecido como “sempre-vivo”, é a variedade clássica da bacia do Mediterrâneo, com aroma mais seco e elegante e composição rica em monoterpenos leves. Suas notas amadeiradas o tornam um favorito para cuidados da pele e composições olfativas mais sóbrias.
A versão comercializada pela Laszlo é o óleo essencial de Cupressus sempervirens, obtido por destilação das folhas cultivadas em regiões da França e Espanha. Com altíssima pureza e potência aromática, destaca-se pelo uso versátil em cosméticos naturais, na culinária botânica e como óleo funcional em cuidados emocionais e energéticos. Um produto que honra a tradição mediterrânea com sofisticação e eficácia.
- alfa-pineno: 40-55%
- terpinen-4-ol:1-4%
- terpinoleno: 2-5%
- acetato de terpinila: 1-3%
- careno: 20-30%
- limoneno: 2-6%
- mirceno: 1-4%
- beta-pineno: 1-4%
- sabineno: <1%
- canfeno: <2%
*Consulte a composição completa nas cromatografias Laszlo:
- Coletânea de cromatografias Laszlo: https://drive.google.com/drive/folders/17HWqdyjHbDQot87L1WUH02GrlpJXsvo-
Nota: Essa composição do óleo essencial de cipreste-europeu GT França/Espanha, amostra controle, é compatível com a qualidade esperada para o óleo de cipreste, uma vez que apresenta seus marcadores de qualidade, predominância de alfa-pineno, mirceno, d-3-careno, limoneno, cedrol e acetato de alfa-terpinila — marcadores característicos dos quimiotipos mediterrâneos. Esses compostos corroboram sua identidade, autenticidade e propriedades funcionais tradicionais associadas ao uso aromático, cosmético e terapêutico.
Importante: Nas análises realizadas ficou evidenciado que esse produto está completamente livre de adulterantes como óleos graxos vegetais, óleo mineral ou outros óleos essenciais, sendo um óleo essencial de cipreste-europeu GT França/Espanha 100% puro. Sua composição é livre de conservantes, parabenos, sulfatos, corantes, silicone e essências artificiais. Além de ser um produto vegano, livre de testes em animais e de ingredientes de origem animal.
O cipreste sempre esteve ligado aos rituais de passagem, à eternidade e ao sagrado. Na Grécia Antiga, a lenda de Cyparissus — jovem transformado em árvore por Apolo após a perda de um animal querido — deu origem ao símbolo do cipreste como árvore do luto e da imortalidade. Desde então, suas folhas esguias e galhos escuros passaram a decorar cemitérios e acompanhar cerimônias de despedida em diversas culturas.
Entre os egípcios, sua madeira resistente ao apodrecimento era usada na fabricação de sarcófagos e urnas sagradas. Os romanos, por sua vez, plantavam ciprestes à entrada das casas como guardiões espirituais e protetores da família. A espécie Cupressus sempervirens foi assim nomeada em referência à sua longevidade: “sempre-vivo”, uma evocação da vida que persiste além do visível.
Sua extração para fins terapêuticos e cosméticos é registrada desde a Antiguidade. E até hoje, a árvore é reverenciada não apenas por sua beleza e imponência, mas pelo aroma profundo, capaz de confortar a alma e favorecer a conexão com os ciclos naturais da vida e da morte. Incorporado à aromaterapia moderna, seu óleo essencial preserva esse simbolismo ancestral — oferecendo força, centramento e serenidade para os momentos de transição e cura.